Michael Jackson
Ritmo, dança e videoclipe reunidos em um novo padrão mundial de espetáculo pop.
Pop
O pop nunca teve um único trono. Nesta página, títulos reais funcionam como uma lente para entender os artistas, os públicos e os centros culturais que mudaram o som, a imagem e a escala da música popular.
465.901 artistas encontrados
The Beatles
Elvis Aaron Presley
Francis Albert Sinatra
David Robert Jones
Robert Dylan né Robert Allen Zimmerman
Elton Hercules John né Reginald Kenneth Dwight
Madonna Louise Veronica Ciccone
Bruce Frederick Joseph Springsteen
Louis Daniel Armstrong
Michael Joseph Jackson
Eric Patrick Clapton
Ella Jane Fitzgerald
Harry Lillis Crosby
Nathaniel Adams Coles
Roderick David Stewart
Chamar alguém de rei, rainha, imperatriz ou princesa não é conceder um cargo oficial — nem encerrar uma discussão. Esses títulos são uma espécie de memória popular condensada, construída por ouvintes, rádio, imprensa, televisão, gravadoras e mercados locais. Celebram feitos reais, mas também revelam quem cada cultura decidiu colocar no centro de sua história musical.[1]
Por isso, a família real do Pop funciona melhor como mapa do que como pódio. Uma coroa pode reconhecer uma voz que atravessou gerações; outra, uma nova linguagem de dança, vídeo, moda ou celebridade. Juntas, elas mostram que o Pop não é uma corrente de mão única, mas um centro de gravidade que muda de lugar.
Nos anos 1980, Rei e Rainha do Pop passaram a descrever algo maior que vendas. Michael Jackson reuniu álbum, dança, videoclipe e apresentação televisiva em um acontecimento de escala mundial. Madonna fez de cada ciclo uma nova disputa sobre controle, desejo, imagem e celebridade. As duas coroas viraram atalhos para modelos duradouros de estrelato: performance total e reinvenção permanente.[1][2]
O trono do Pop moderno não surgiu numa sala vazia. O título de Rei do Rock and Roll dado a Elvis Presley registra a força do rádio, da televisão e do crossover — não a invenção individual de uma música com raízes negras profundas. A coroa de Rainha do Soul reconhece em Aretha Franklin outra forma de autoridade: a capacidade de entrar numa canção e fazê-la soar definitiva.[1][2]
Donna Summer levou a pista de dança para o futuro. Sua coroa de Rainha da Disco aponta para o pulso, os sintetizadores e os mixes estendidos que continuaram alimentando o Pop muito depois da reação contra o gênero. Bob Marley, Rei do Reggae, representa outro percurso: uma música jamaicana que ganhou o mundo sem precisar apagar sua origem.[1][2]
Roberto Carlos não precisa de complemento: é O Rei. O título guarda a memória da Jovem Guarda, da televisão e de um repertório em português que transformou o romantismo em ritual popular. É uma coroa feita dentro do país, repetida por gerações até o apelido se confundir com o nome.[1]
A realeza de Shakira nasceu por outra rota latino-americana. Antes que o crossover em inglês ampliasse sua escala, os discos em espanhol já haviam criado público, linguagem e identidade. Sua coroa não é uma concessão do mercado anglófono, mas o reconhecimento de uma história que chegou a ele com força própria.[1]
A África do Sul reconheceu Brenda Fassie como sua Rainha do Pop porque voz, presença pública e música enraizada nos townships pertenciam à própria história do país. Na Índia, Lata Mangeshkar reinou por meio do playback: uma voz podia viver em milhares de cenas e atravessar gerações da memória do cinema.[1][2]
No Japão, Ayumi Hamasaki recebeu a coroa de Imperatriz do Pop em uma cultura de álbuns, singles, moda e fãs que construía seu próprio centro. Cho Yong-pil conecta rock, balada e canção popular em décadas de escuta sul-coreana. Kylie Minogue traçou outra rota, da televisão australiana aos estúdios britânicos e às pistas do mundo. O Pop circula por muitos centros ao mesmo tempo.[1][2][3]
Os títulos viajam tanto pelos objetos quanto pelas manchetes. Uma primeira prensagem, uma sequência de faixas regional, um single de remix, um picture disc, um CD econômico ou uma reedição restaurada preservam momentos diferentes do mesmo reinado. Na coleção física, um artista famoso se desdobra em muitas histórias, moldadas por formato, país, gravadora e ano.
É por isso que o nome na capa nunca conta tudo. A prensagem importa; a edição importa; a condição e a oferta também. Seguir esses discos é acompanhar a vida material do Pop sem perder de vista as culturas que lhe deram tantas coroas.
Compare vinis e CDs desses artistas, consulte o histórico de preços e crie alertas de queda ou disponibilidade para as edições que você procura.
Explorar o catálogo de popRegistra o título consagrado de Rei do Pop e a dimensão da noite de Michael Jackson no Grammy de 1984.
Emprega o título consagrado de Rainha do Pop e discute a força cultural de Madonna nos anos 1980.
Documenta o título de Rei do Rock and Roll associado a Elvis Presley.
Documenta Aretha Franklin como Rainha do Soul no contexto de sua trajetória no Grammy.
Documenta Donna Summer como Rainha da Disco e sua influência sobre o dance-pop.
Emprega o título consagrado de Rei do Reggae para Bob Marley ao tratar do alcance mundial da música jamaicana.
Registra Roberto Carlos como O Rei e o situa na história da Jovem Guarda.
Registra a coroa de Shakira e a força de sua carreira em espanhol na virada do milênio.
Documenta Brenda Fassie como a Rainha do Pop da África do Sul.
Fonte oficial do governo indiano que registra Lata Mangeshkar como a Rainha da Melodia.
Documenta o título de Imperatriz do Pop e a centralidade de Ayumi Hamasaki na cultura pop japonesa.
Portal oficial sul-coreano que registra Cho Yong-pil como Rei do Pop do país.
Documenta o título de Princesa do Pop e a carreira internacional de Kylie Minogue.
Referência acadêmica para pensar criticamente a relação entre títulos de realeza e o cânone da música popular.
Escolha notificações personalizadas, Telegram ou grupos de ofertas de vinil e CD no WhatsApp.